segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Por que LIVRITA?

Livrita é a minha boneca-fantoche de pano que confeccionei quando fiz um curso de fantoches pela Editora Informal e a partir deste dia o mundo do faz-de-conta ganhou um brilho especial com ela. E olha só, ela tem até RG de mentirinha!
Tive a ideia da palavra Livrita porque era mais uma forma de mostrar o meu amor pelos livros. Com ela poderia usá-la como a menina propaganda dos livros, indicando não somente os livros novos e também os meus preferidos.
Livrita já foi um dia Antonio. Como assim? Quando fiz uma peça teatral na Feira de Livros do Colégio onde trabalho, ela virou ele para ser o personagem principal da história. Coloquei um boné para esconder os cabelos da Livrita, uma calça azul e uma camisa. Na história da peça, Antonio também descobre a magia dos livros, e é claro passa a gostar cada vez mais.
A Livrita me trouxe ainda mais inspiração para continuar o meu trabalho de incentivo à leitura e já participou de eventos importantes em hospitais e escolas públicas. Já contou muitas histórias, divertiu crianças e adultos. Ela ainda tem um sonho que está próximo de se realizar: abrir vários sorrisos de crianças enfermas e carentes de São Paulo. Claro que isso só vai ser possível com uma chave mágica: as mais belas histórias.
Atualmente Livrita faz parte da decoração de uma biblioteca escolar e às vezes participa das aulas lúdicas, sempre em momentos especiais.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Desde a infância, uma amante dos livros

Vou contar um pouco sobre minha vida com os livros, assim vocês saberão da importância deste blog para mim.
Aos 6 anos de idade (e até hoje não esqueço) surgiu a minha paixão pelas histórias, em especial, A lebre e a tartaruga. Foi na pré-escola que tive meu primeiro contato com os livros. O meu primeiro livro que ganhei foi o Bambi da Disney e não desgrudei dele nos primeiros momentos. Depois vieram os livros dos contos de fadas: Chapeuzinho Vermelho e Branca de Neve e os sete anões. Uma edição especial com a capa almofadada.
Aos 9 anos fiz um curso de datilografia e a vontade era de escrever livros. Passei a criar várias histórias, principalmente de bichos. Datilografava todos os "livros" e isso acabou sendo uma das brincadeiras preferidas da minha infância.
Quando completei 12 anos, já tinha lido toda a coleção vaga-lume da editora ática e pedi de presente de amigo secreto o livro Droga da Obediência de Pedro Bandeira. Depois quis ler outros do mesmo autor, pois era uma aventura atrás da outra com a turma dos Karas.
Dos 9 aos 13 anos ia com minhas colegas de escola fazer trabalhos na Biblioteca Paulo Duarte e aproveitava para emprestar livros.
Uma coincidência me fez querer ler mais e mais. É que ganhei um pintinho de estimação numa feira de animais e na mesma época comecei a ler O galo Marquês de Ganymédes José. O relato do personagem sobre o amor pelo bichinho era muito parecido com o que estava acontecendo comigo.
Aos 15 anos vieram as leituras de diários e não perdi a oportunidade, escrevi o meu que tenho até hoje.
Perdi as contas de tantos livros lidos, deve com certeza ter passado de uns 2.000 até hoje. Para a escola, para a faculdade, por prazer, por curiosidade.
E até hoje gosto de ler vários livros ao mesmo tempo (como prato principal) e algumas revistas (como sobremesa). Os assuntos que estou curtindo mais atualmente são: romance, religioso, infantil, auto-ajuda, educação.
Adoro livros diferentes, curiosos e indicados.
E você, já teve este encontro do amor pelos livros?